quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Vá Lá Senhora

Não consigo deixar de ficar orgulhoso ao ouvir músicas destas. Recentemente têm aparecido umas poucas bandas portuguesas com qualidade, esta é sem dúvida uma delas. Aqui deixo "Vá Lá Senhora" d'Os Golpes.



Deixo também, para o pessoal das guitarradas, a letra e os acordes. Foi uma tentativa de apanhar de ouvido, portanto não garanto que esteja tudo certo!


F#m            E
Vá lá senhora, chegou a hora.
F#m            E                                F#m
Vá lá senhora, chegou a hora de escolher o seu par.
F#m                E                  Bm                E
De escolher o seu par. Alguém para amar. Alguém para amar. 


F#m - E - F#m - E


F#m            E
Vá lá senhora, a hora é pouca.
F#m            E                                        F#m
Vá lá senhora, que o tempo esgota. Vá escolher o seu par.
F#m                 E                 Bm                  E
Vá escolher o seu par. Alguém para amar. Alguém para a amar.




Dmaj7       AMaj7        DMaj7          AMaj7
Do sofrimento a condição, sob o pavimento da escuridão.
DMaj7               AMaj7
Raparigas e rapazes, monumentos tão audazes.
DMaj7              AMaj7
Há azul na tua mão. Sangue inocente, palpitação.
DMaj7             AMaj7               E                      F#m
Alegria, tradição, euforia, excitação, para escolher o seu par.
F#m                   E                 Bm                  E
Para escolher o seu par. Alguém para amar. Alguém para a amar.


Fm - E - Fm - E


G#m            F#
Vá lá senhora, a hora é pouca.
G#m            F#                                     G#m
Vá lá senhora, que o tempo esgota. Vá escolher o seu par.
G#m                F#               C#m                  F#
Vá escolher o seu par. Alguém para amar. Alguém para a amar.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Artistas altamente desvalorizados - Robin Trower

Poderia (e deveria) ser um artista que faz parte da cultura geral musical de qualquer pessoa, tão ou mais importante que Mark Knopfler ou Santana. Merecia estar ao lado de bandas como Deep Purple ou The Who. É capaz de ser, musicalmente, tão bom como Jimi Hendrix ou B.B. King. Mas ainda assim, parece cair no esquecimento.

Este guitarrista de inglês atingiu o seu auge, juntamente com os Procol Harum, no fim da década de 60's e no início dos 70's. As músicas dele(s) têm uma sonoridade muito à la Hendrix, um Blues completamente psicadélico mas, por sua vez, a roçar num estilo mais progressivo, sempre com a sua marca. Os seus skills de guitarra complementam a sua voz grave, temperada e forte. O seu álbum mais conhecido e influente é, provavelmente, "Bridge of Sighs", de 1974.

Um dos elementos importantes de todas as suas músicas é o tom característico da sua guitarra, que é conseguido graças à Fender Stratocaster (ao lado) construída de acordo com as suas especificações, e afinada um tom abaixo; não esquecendo os cerca de 8 pedais Fulltone e o seu amplificador Marshall, igualmente importantes.


Deixo umas sugestões para quem quiser "experimentar" este artista. Quem procura um clássico calmo e marcante pode começar por ouvir a música "Bridge of Sighs" e a seguir "I Can't Wait Much Longer", já a roçar no psicadélico. Quem adora Jimi Hendrix pode começar por ouvir as músicas "Too Rolling Stoned" e "The Fool and Me". Quem quer ouvir um álbum do início ao fim, o melhor é começar mesmo pelo "Bridge of Sighs".

É pena que artistas deste calibre caiam no esquecimento! Descobri há pouco tempo este artista, ainda estou a explorar a sua obra, e já me pergunto como é que tal figura passa ao lado da maioria das pessoas.

HASTA!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Daft Punk - Discovery

Recentemente fiz uma "discovery" deste álbum, que me tem deixado estupefacto!

Desde batidas todas "housy" até influências clássicas, passando por estruturas harmónicas complexas, elementos de Jazz, sintetizadores malucos e samples de tiros de armas a laser, este álbum acaba sendo uma complexa mistura de vários estilos musicais de todos os lados. O resultado é algo completamente inovador, que prima pelo lado experimental e aposta em novas sonoridades.

Dentro dele encontramos músicas super animadas e de festa funky disco, como "Crescendolls" e "Superheroes", passamos por um lado mais experimental instrumental melódico em "Nightvision", "Aerodynamic" e  "Voyager"; cruzamo-nos também com uma onda romântica e sentimental em "Something About Us" e "Digital Love" e até chegamos a um ponto de intersecção entre música clássica e electrónica em Veridis Quo. E, claro, encontramos os clássicos de conhecimento geral "One More Time" e o original "Harder Better Faster Stronger", cujos samples foram mais tarde utilizados em várias músicas dos mais variados estilos.

Quem diria que estes seres estranhos com capacetes todos vintage futuristic nos trariam tal coisa?

É um álbum cujo estilo não é o que costumo ouvir, mas foi uma lufada de ar fresco na minha cabeça, a lembrar-me que boa música é sempre boa música, não importa o estilo.

Deixo aqui uma música para quem quiser experimentar ouvir o CD:


HASTA!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Início

Neste Blog vou publicar tudo o que esteja relacionado com o Mundo da Música (tudo random). Desde análises a álbums, passando por notícias, letras, playlists, ou mesmo música (pura). Todas as publicações serão da minha autoria. Espero que gostem e que acompanhem. As publicações também poderão ter uma componente mais indicada a músicos (nomeadamente guitarristas).

PS: Para quem não sabe, o título do Blog refere-se a uma "música" do álbum OK Computer dos Radiohead.